Hoje é: terça-feira 27.06.2017

O absurdo da descrença em Deus

autor: ks. Mieczysław Piotrowski TChr

Para as pessoas que vivem como se Deus não existisse ou que rejeitam a Sua existência, o Criador dirige palavras de sobriedade e advertência: “Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe’” (Sl 53, 2).

 

São Paulo diz que: “Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por Suas obras; de modo que não se podem escusar” (Rm 1, 20). Quem? Aqueles “que pela injustiça aprisionam a verdade” (Rm 1, 18). Cada um que com sinceridade busca a verdade e que pela injustiça não a aprisiona, mais cedo ou mais tarde achará e encontrará a única fonte de felicidade e amor, que é Deus.

 

Fred Hoyle, famoso astrofísico britânico, demonstra o absurdo da descrença em Deus e da crença no surgimento acidental da vida. Assinala que isto é tão es-drúxulo, como se acreditássemos que se um vendaval passasse sobre um monte de sucata, montaria um novo Boeing.

 

O famoso filósofo britânico Antony Flew, que a partir de 1950 foi considerado um símbolo e guru do ateísmo científico, em 2004 reconheceu publicamente sua fé na existência do Deus Criador. A descoberta do código DNA o convenceu da existência da inteligência Divina superior, criadora de todo universo.

 

O reconhecimento da existência de Deus é somente a primeira etapa no caminho de Seu real conhecimento. Deus mesmo, da forma mais plena, revelou a verdade sobre si, tornando-se verdadeiramente homem em Jesus Cristo. Pela acolhida da Revelação e do engajamento na fé na pessoa de Cristo adentra-se no fascinante caminho da vida interior e do conhecimento, através da fé e do amor, da verdade sobre Deus que é um em três partes, pois somente tal Deus é amor e esta verdade sobre si nos revelou.

 

Jesus Cristo faz um constante apelo a nossas consciências, para que com viva fé entremos com Ele em contato pessoal na oração diária. Assim poderá, pelo sacramento da reconciliação, libertar-nos da escravidão do pecado, e pela Eucaristia curar todas as feridas e conduzir à vida e ao amor de Deus Uno na Santíssima Trindade. Para nos ajudar a entrar no difícil caminho da fé, o Senhor Jesus dá sinais legíveis que chamam à conversão. Ele diz: “se não virdes os milagres e prodígios, não credes” (Jo 4, 48).

 

Entre os sinais mais legíveis de Deus que convidam à conversão estão três imagens, que não foram pintadas pelo homem, mas são obras do próprio Deus. São elas: 1. O Sudário de Turim, um negativo fotográfico imortal tridimensional de corpo inteiro de Jesus no sudário sepulcral; 2. A revelação do rosto de Jesus Ressuscitado no lenço em Manoppello; 3. A imagem de Nossa Senhora em Guadalupe. Pesquisas científicas idôneas afirmam que todas estas imagens são acheiropoietos – ou seja, mesmo o maior gênio humano não estava e não está em condições de confeccioná-los. Tais são os fatos, conforme dizem as pesquisas científicas. Se o Homem os acolher e com humildade abrir seu coração ao amor e à infinita misericórdia divina, iniciar-se-á o processo de sua transformação espiritual. Entrará no caminho que o conduzirá à felicidade indestrutível em união com Deus. Mas se “pela sua injustiça aprisionar a verdade” e rejeitar os sinais que lhe convocam à conversão, terá de seguir adiante no caminho da eterna falta de sentido e da perdição.

 

Pe. M. Piotrowski SChr

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