Hoje é: sexta-feira 22.09.2017

Eu pensava que era uma “supercatólica”

autor: testimony

Sou casada, tenho 36 anos, três filhos (14, 15 e 16 anos), casa própria, um belo jardim e um carro. Poderia dizer-se — nada mais é necessário para a felicidade. No entanto chegou um momento crítico na minha vida, ainda que nada apontasse para isso...

O inimigo chegou inesperadamente e mui ardilosamente. Eis que percebi que meu marido começou cada vez mais frequentemente a voltar do trabalho sob a influência do álcool (aconteceu até que no decorrer de três meses ele fez isso todos os dias) e que consumia bebidas alcoólicas no decorrer do dia — assim, sem mais nem menos. Na minha cabeça — o que penso que já foi um grande dom da proteção divina — acendeu-se a luzinha de aviso, tanto mais que não produziam resultado os meus pedidos, as minhas ameaças nem as minhas explicações. Por isso reagi de imediato e pedi a meu marido que viajasse comigo para um retiro em Przemysl, sem lhe dizer exatamente com que esse retiro devia relacionar-se.

E lá ocorreu a mais importante reviravolva e o momento mais importante — mas na minha vida. Falando sinceramente, quando olho para tudo que ocorreu depois, da perspectiva de 25 anos, vejo que esse foi um tempo predestinado e exatamente planejado por Deus para mim. Durante esse retiro de três dias, eu rezei ardente e fervorosamente pela cura e pela emenda do meu marido, pensando no meu íntimo que boa e sábia esposa eu era. Eu estava repleta de admiração pela minha esperteza e engenhosidade. Dizia a Deus que cuidasse do meu marido, e eu mesma planejava em pensamento um encontro com minhas amigas em algum evento, porque era o período das festas da Páscoa...

Mais em Amai-vos! Número 3

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